Pular para o conteúdo

Carregando

Casa Sovrana

Seasons A86

Uma residência pensada a partir da memória de uma figueira centenária.

Casa Sovrana ao entardecer — volumes de concreto branco e brises de cobre, ripas de madeira retroiluminadas e oliveiras no rooftop sobre a entrada.

Apresentação do Projeto

A fusão perfeita entre rigor arquitetônico contemporâneo, sofisticação espacial e profunda integração com a natureza — uma experiência de morar fluida, elegante e contemplativa no litoral de Xangri-lá.

Arquitetura como memória, natureza e experiência

A Casa Sovrana é uma residência exclusiva, assinada pelo arquiteto brasileiro Luciano Albarello.

Tudo começa com uma árvore.

Desenho de linha da figueira centenária: copa larga e irregular sobre um tronco de raízes tabulares, com uma espiral traçada sobre seu crescimento.
A figueira que se erguia no lote A86, desenhada a partir do terreno

Ao visitar o terreno pela primeira vez, o arquiteto deparou-se com uma figueira centenária de copa vasta e irregular, entremeada de bromélias, samambaias e véus de musgo, sustentada por um tronco de raízes tabulares — verdadeiras nervuras esculpidas pelo tempo. Por razões técnicas, a árvore precisou ser transplantada; sua presença, mais do que preservada, tornou-se o ponto de partida do projeto.

O primeiro traço da casa nasceu da tentativa de traduzir em arquitetura a arte de uma árvore que se ramifica em sombra e movimentos sobre o chão. A figueira deixou de ser um elemento de memória para se tornar o fio condutor de todo o projeto, presente na volumetria, na textura dos materiais, no modo como a luz atravessa seus vazios.

Cinco intenções centrais

Versatilidade sazonal

Habitável o ano todo: aberta no verão, aconchegante no inverno.

Integração com a natureza

Biofilia em cada detalhe: living estendido, piscina, lago e a memória da figueira.

O rooftop como contemplação

Sky garden sob pérgola inspirada na figueira, com vista para o horizonte.

Expansão vertical

Adega climatizada, sala de jogos, academia e garagem para seis esportivos.

A vocação para receber

Cinco suítes e espaços de convívio — um refúgio familiar e social.

A árvore, construída

A figueira não é apenas lembrada na casa. Ela é reconstruída nela, em três camadas: a própria árvore, os elementos que dela nascem, e a marca que a assina.

A figueira centenária no terreno, com copa larga e galhos que se estendem para fora.

Árvore

O ponto de partida da casa foi uma figueira centenária que precisou ser transplantada do terreno. O primeiro traço nasceu da tentativa de traduzir em arte uma árvore que se ramifica em sombra e movimento sobre o chão.

Vista interna ao longo de um painel de elementos verticais esculpidos em forma de troncos esguios, com o sol baixo atravessando e listrando o piso de sombra.

Arte

No volume superior, uma sequência contínua de ripas verticais de madeira ocupa o lugar do bosque que cercava a árvore. Retroiluminado ao entardecer, o brise filtra os interiores e se lê, da rua, como um arvoredo sustentando a laje. Na entrada, painéis de metal acobreado são esculpidos com fissuras verticais extraídas das raízes tabulares.

Vista aproximada em preto e branco da parede da entrada: o monograma circular gravado em metal, embutido em uma parede de ripas verticais escuras e finas.

Marca

O monograma é gravado em cobre na porta da residência, assinando a casa no material de que ela nasceu.

Duas faces, uma casa

A Casa Sovrana ocupa o lote A86, em Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul. O terreno possui duas faces igualmente nobres: uma frente de 18 metros para a avenida central e um fundo de 18 metros voltado para o lago — chegada e contemplação, em igual medida.

Implantação do condomínio Seasons vista de cima, com o lote A86 demarcado por um alfinete entre duas lagoas.
Implantação da Casa Sovrana no lote A86
À esquerda, a planta de cobertura da Casa Sovrana; à direita, a mesma implantação sobre a fotografia aérea do lote, entre a avenida e o lago.
A casa implantada no lote — entre a avenida e o lago
594
Terreno
1.252,60
Área construída
Casa Sovrana vista do lago do condomínio — o living se abre para o deck de madeira, a piscina de borda infinita com cascata de pedra e a vegetação que desce do pavimento superior.
A face do lago — chegada e contemplação em igual nobreza

Uma jornada em quatro níveis

1.252,60 m² de área privativa · living com vão integral de 7,20 m

Subsolo

Dedicado ao lazer e ao bem-estar: uma adega com teto de vidro voltado para a piscina em balanço — reflexos de luz e água sobre um bom vinho — ao lado de uma sala de jogos com pista de boliche, academia e garagem.

Térreo

O living ampliado alterna pés-direitos duplo e triplo em torno de uma lareira imponente, abrindo-se frontalmente para o lago e lateralmente para a piscina com queda-d'água — jantar, gourmet e varanda em um só gesto espacial.

Pavimento superior

Um painel-biblioteca suspenso sobre o vazio do living conduz a quatro suítes voltadas ao lago e à suíte máster — closet, banheiros individuais e um spa com banheira de imersão, debruçado sobre um remanescente de Mata Atlântica.

Rooftop

A culminância: um sky garden de 360° sob uma pérgola de forma orgânica — o oceano a leste, as serras a oeste, lagos e aerogeradores pontuando o horizonte litorâneo.

Adega

A adega sob o piso de vidro circular da piscina, banhada por luz refratada entre paredes de garrafas.
Adega
A pista de boliche em madeira clara, entre uma parede de painéis irregulares de concreto e um plano de madeira escura.
Boliche
A garagem de exposição sob um anel de luz no teto, com o bar e a mesa de sinuca da sala de jogos ao lado.
Garagem & jogos
A casa vista da rua ao anoitecer: os brises verticais iluminados, as oliveiras da cobertura e o acesso coberto de veículos.
Chegada
A fachada de entrada: o monograma em cobre sobre o painel escuro, ao lado das lâminas verticais que citam os troncos da figueira.
Acesso
Living de pé-direito triplo com piano de cauda de cristal, escada flutuante e elementos verticais de cobre.
Living
A lareira no eixo do living, com o jantar de madeira maciça e o jardim vertical da piscina ao fundo.
Lareira
O espaço gourmet aberto para a queda-d'água de pedra ao entardecer, entre colunas de garrafas e poltronas claras.
Gourmet & cascata
O living visto do jardim, com a escada suspensa e a adega vertical atrás do plano de vidro.
Living pelo jardim
A fachada voltada ao lago: o living aberto para o deck e a piscina, sob os jardins suspensos dos pavimentos acima.
Frente para o lago
O mezanino atravessado por lâminas de madeira em forma de troncos, com a mata filtrada entre elas.
Mezanino
A residência vista de cima: o sky garden sob a pérgola orgânica, os jardins verticais descendo pelas bordas e o deck encontrando o lago.
Sky garden
Espelhos d'água, fire bowls acesos e oliveiras entre as espreguiçadeiras da cobertura.
Fire bowls
O cinema ao ar livre projetado sobre uma tela de vidro, entre os espelhos d'água do rooftop.
Cinema ao ar livre

O luxo pela verdade dos materiais

Pedras que preservam o tempo geológico em suas veias, madeiras brasileiras de fibra densa, metais que envelhecem com nobreza e têxteis de toque sofisticado. É uma casa que escolheu perdurar, e o demonstra em cada acabamento.

O piso do living em pedra clara contínua, recebendo a luz baixa do sol ao lado de um piano de cauda de cristal sobre um tapete redondo.

Dekton Polar

Superfície ultracompacta, contínua e clara para o piso do living. Amplifica a luz natural, dissolve a fronteira entre interior, varanda, piscina e lago, e resiste ao calor e à umidade do litoral gaúcho.

Chapa de mármore Taj Mahal com veios dourados sobre um fundo claro e translúcido.

Taj Mahal

O mármore Taj Mahal percorre os pontos de maior contato e cerimônia da casa: bancadas, lareira e escadas. Suas veias douradas sobre fundo translúcido unificam esses ambientes sob uma mesma pele mineral.

Chapa de mármore esmeralda com veios verdes profundos.

Esmeralda

Nos lavabos e cubas das suítes, o mármore esmeralda traz a profundidade do verde. Cria momentos de recolhimento que contrastam com a luminosidade das áreas sociais e lembram os tons da figueira.

O teto de vidro circular da adega, visto de baixo: a água da piscina ondulando acima transforma a abertura em uma lente de luz azul em movimento.

Cristallo

A joia da residência: presente nas luminárias da entrada, nas esculturas da piscina e do closet, e nos módulos das mesas de centro. Sua translucidez permite que a luz habite a pedra.

Nichos de garrafas em carvalho envelhecido do piso ao teto na adega, com iluminação embutida rasante sobre os veios da madeira.

Madeira carbonizada

O material condutor do projeto: marcenaria, pisos das suítes e deck da piscina. Sua profundidade é um eco doméstico da figueira que inspira o conceito da casa.

A borda da laje de concreto branco da fachada do lago em balanço sobre o fechamento de vidro de piso a teto, com vegetação em sua borda.

Concreto branco & cobre

A fachada combina concreto branco com brise-soleil escultórico de cobre em movimentos verticais. Uma leitura de permanência e monumentalidade, em contraste com o jogo rítmico de luz e sombra.

Conforto por projeto, não por máquina

A maior redução no consumo de energia não vem de um equipamento, mas de uma estratégia de projeto: orientação, inércia térmica, ventilação natural, sombreamento e água tornam a climatização mecânica complementar, e não estrutural.

A cascata de pedra da piscina: lâminas d'água caindo por um muro de blocos rochosos até a calha de transbordo ao lado do deck.
Água em movimento — resfriamento evaporativo, e o som disso
  • Trocador de calor solo-ar

    Dutos de concreto enterrados ao longo do perímetro pré-condicionam o ar contra a massa estável da terra — resfriado no verão, aquecido no inverno — entregue a uma média de 22 °C por grelhas em pisos e paredes.

  • Ventilação por convecção

    O living em pé-direito integral funciona como câmara de tiragem: o ar quente sobe e escapa pelas aberturas superiores enquanto o ar fresco entra por baixo — o efeito chaminé substitui a climatização ativa na maior parte do ano.

  • Espelho d'água & sky garden

    Espelhos d'água sobre as lajes de cobertura reduzem a carga térmica e promovem resfriamento evaporativo; a vegetação do rooftop sombreia a laje e estende a Mata Atlântica para a linha do céu.

  • Controle solar

    Os brises de cobre filtram a radiação direta enquanto o vidro laminado de baixa emissividade reflete o infravermelho — reduzindo o ganho de calor sem comprometer a luz natural ou a vista.

  • Gestão da água

    Tratamento terciário avançado de efluentes e reúso de águas pluviais abastecem a irrigação, a piscina e os espelhos d'água.

  • Energia limpa

    A usina fotovoltaica do próprio condomínio garante a energia solar coletiva — liberando o rooftop para ser 100% dedicado ao sky garden.

Proteção em camadas sucessivas

Um modelo de defesa em profundidade se estende do perímetro do condomínio até a própria residência, combinando barreiras físicas, monitoramento eletrônico, controle de acesso e automação — mantido discreto para que nenhum dispositivo comprometa a fluidez espacial ou a privacidade dos moradores.

Escala do condomínio

Câmeras infravermelhas com sensores de calor e reconhecimento facial, três acessos independentes controlados e segurança especializada monitorando o perímetro 24 horas por dia.

Escala da residência

Um perímetro inteligente com sensores em cada abertura, fechaduras eletrônicas com ativação remota e monitoramento em tempo real — proteção ativa mesmo na ausência dos moradores.

Prevenção de incêndio

Detectores de fumaça e calor, extintores e central de alarme — um padrão de segurança acima do mínimo exigido, sem comprometer a experiência espacial.

Luciano Albarello

“Para mim, esta casa representa a continuidade do que um dia existiu aqui — um lugar de permanência, acolhimento e conexão com a natureza.

Luciano Albarello

Urbanista & Arquiteto · Quattro di Milano

Quem somos

A Quattro di Milano é uma empresa especializada em arquitetura e urbanismo de alto padrão, sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Nossa história tem origem em uma família tradicional da Lombardia, região italiana cuja capital é Milão, mundialmente reconhecida por sua arquitetura, seu design e sua influência cultural.

Nosso principal produto é o desenvolvimento de casas assinadas sob a marca Casa Sovrana. Trata-se de um conceito único, marcado pela exclusividade, pela elegância e pelo cuidado com os detalhes. Mais do que projetar residências, buscamos criar espaços que expressem a identidade e o estilo de vida de seus moradores.

Cada Casa Sovrana nasce da escuta ativa e de uma leitura sensível do lugar. Arquitetura, interiores e paisagismo são planejados de maneira integrada para proporcionar funcionalidade, conforto e harmonia, resultando em uma residência singular, concebida para permanecer soberana ao longo do tempo.

Inspirada na tradição italiana e orientada por uma visão contemporânea, a Quattro di Milano une sensibilidade estética, precisão técnica e excelência construtiva. Da concepção aos acabamentos, nossa missão é criar residências autênticas e atemporais que proporcionem prazer em viver.