Subsolo
Dedicado ao lazer e ao bem-estar: uma adega com teto de vidro voltado para a piscina em balanço — reflexos de luz e água sobre um bom vinho — ao lado de uma sala de jogos com pista de boliche, academia e garagem.



International Property Awards 2026
Seasons A86
Uma residência concebida a partir da memória de uma figueira centenária.

Inscrição — Architecture Single Residence
Quattro di Milano — Arq. Luciano Albarello
Apresentação do Projeto
A fusão perfeita entre rigor arquitetônico contemporâneo, sofisticação espacial e profunda integração com a natureza — uma experiência de morar fluida, elegante e contemplativa no litoral de Xangri-lá.
A — Briefing de Projeto & Considerações do Terreno
Inscrita na categoria Architecture Single Residence do International Property Awards 2026, a Casa Sovrana Seasons A86 é uma residência exclusiva da Quattro di Milano, concebida sob a liderança do arquiteto brasileiro Luciano Albarello. Cada volume, linha e material reflete um compromisso com a excelência de projeto e a autenticidade da arquitetura brasileira.
Tudo começa com uma árvore.

Ao visitar o terreno pela primeira vez, o arquiteto deparou-se com uma figueira centenária de copa vasta e irregular, entremeada de bromélias, samambaias e véus de musgo, sustentada por um tronco de raízes tabulares — verdadeiras nervuras esculpidas pelo tempo. Por razões técnicas, a árvore precisou ser transplantada; sua presença, mais do que preservada, tornou-se o ponto de partida do projeto.
O primeiro traço da casa nasceu da tentativa de traduzir em arquitetura o gesto de um tronco que se apoia na arte e de uma copa que se ramifica, se sobrepõe e projeta sombra em movimento sobre o chão. A figueira deixou de ser um elemento de memória para se tornar o fio condutor de todo o projeto — presente na volumetria, na textura dos materiais, no modo como a luz atravessa seus vazios.
A.1.a — Programa de Necessidades
Plenamente habitável ao longo de todo o ano — ambientes que se abrem para a paisagem no verão intenso e se fecham para o conforto interno nos invernos úmidos e ventosos do litoral sul.
Guiada pela biofilia, a arquitetura é permeável à luz e à vegetação: o living ampliado, a piscina com queda-d'água, o acesso direto ao lago e os elementos que evocam a figueira centenária.
Um sky garden elevado sob uma pérgola flutuante inspirada nos galhos da figueira — o palco doméstico do aperitivo à italiana, diante de espelhos d'água, uma lareira externa e o horizonte.
Um subsolo que reúne uma adega climatizada com teto de vidro voltado para a piscina acima, sala de jogos, academia e garagem para seis esportivos.
Cinco suítes, um escritório integrado e uma sequência de espaços de lazer — um organismo pensado tanto para o refúgio íntimo quanto para o convívio social.
A.1.b — Conceito & Evolução do Projeto
A figueira não é citada na casa — ela é reconstruída nela. Três gestos arquitetônicos levam a árvore adiante: os troncos que formavam um bosque, a casca fissurada por um século de crescimento e a copa que filtrava a luz sem nunca fechá-la.

No volume superior, uma sequência contínua de ripas verticais de madeira ocupa o lugar do bosque que cercava a árvore. Retroiluminado ao entardecer, o brise filtra os interiores e se lê, da rua, como um arvoredo sustentando a laje.

Na entrada, painéis de metal acobreado são esculpidos com fissuras verticais irregulares extraídas das raízes tabulares da árvore. O monograma é gravado nessa mesma parede — a casa assinando no material de que nasceu.

Na face do lago, faixas plantadas transbordam das bordas das lajes na altura da antiga copa — devolvendo sombra, pássaros e uma borda verde em movimento ao nível onde antes estavam os galhos.
B — Localização
A Casa Sovrana será construída dentro do Seasons — o primeiro empreendimento de padrão internacional no litoral do Rio Grande do Sul, reconhecido com cinco estrelas como melhor condomínio das Américas 2023/24 pelo International Property Awards.
O lote A86 possui duas faces igualmente nobres: uma frente de 18 metros para a avenida central e um fundo de 18 metros voltado para o lago — chegada e contemplação, em igual medida.




C — Arquitetura & Uso do Espaço
1.252,60 m² de área privativa · living com vão integral de 7,20 m
Dedicado ao lazer e ao bem-estar: uma adega com teto de vidro voltado para a piscina em balanço — reflexos de luz e água sobre um bom vinho — ao lado de uma sala de jogos com pista de boliche, academia e garagem.

O living ampliado alterna pés-direitos duplo e triplo em torno de uma lareira imponente, abrindo-se frontalmente para o lago e lateralmente para a piscina com queda-d'água — jantar, gourmet e varanda em um só gesto espacial.

Um painel-biblioteca suspenso sobre o vazio do living conduz a quatro suítes voltadas ao lago e à suíte máster — closet, banheiros individuais e um spa com banheira de imersão, debruçado sobre um remanescente de Mata Atlântica.

A culminância: um sky garden de 360° sob uma pérgola de forma orgânica — o oceano a leste, as serras a oeste, lagos e aerogeradores pontuando o horizonte litorâneo.


D — Aparência & Acabamento
Pedras que preservam o tempo geológico em suas veias, madeiras brasileiras de fibra densa, metais que envelhecem com nobreza. É uma casa que escolheu perdurar — e o demonstra em cada acabamento.

Superfície ultracompacta, contínua e clara para o piso do living — amplificando a luz natural e dissolvendo a fronteira entre interior, varanda, piscina e lago.

O mármore Taj Mahal percorre bancadas, lareira e escadas, enquanto o mármore esmeralda traz profundidade e recolhimento aos lavabos e cubas das suítes — lembrando os tons da figueira.

A joia da residência — presente nas luminárias da entrada e em peças escultóricas, sua translucidez permite que a luz habite a pedra.

O material condutor do projeto — marcenaria, pisos das suítes e deck da piscina. Sua profundidade carbonizada é simbólica: um eco doméstico da casca fissurada da figueira.

A fachada combina concreto branco com brise-soleil escultórico de cobre em movimentos verticais — permanência e monumentalidade contra um jogo rítmico de luz e sombra.
E — Sustentabilidade, Eficiência Energética & Inovação
A maior redução no consumo de energia não vem de um equipamento, mas de uma estratégia de projeto: orientação, inércia térmica, ventilação natural, sombreamento e água tornam a climatização mecânica complementar, e não estrutural.

Dutos de concreto enterrados ao longo do perímetro pré-condicionam o ar contra a massa estável da terra — resfriado no verão, aquecido no inverno — entregue a uma média de 22 °C por grelhas em pisos e paredes.
O living em pé-direito integral funciona como câmara de tiragem: o ar quente sobe e escapa pelas aberturas superiores enquanto o ar fresco entra por baixo — o efeito chaminé substitui a climatização ativa na maior parte do ano.
Espelhos d'água sobre as lajes de cobertura reduzem a carga térmica e promovem resfriamento evaporativo; a vegetação do rooftop sombreia a laje e estende a Mata Atlântica para a linha do céu.
Os brises de cobre filtram a radiação direta enquanto o vidro laminado de baixa emissividade reflete o infravermelho — reduzindo o ganho de calor sem comprometer a luz natural ou a vista.
Tratamento terciário avançado de efluentes e reúso de águas pluviais abastecem a irrigação, a piscina e os espelhos d'água.
A usina fotovoltaica do próprio condomínio garante a energia solar coletiva — liberando o rooftop para ser 100% dedicado ao sky garden.
F — Segurança & Proteção
Um modelo de defesa em profundidade percorre do perímetro do condomínio até a própria residência, combinando barreiras físicas, monitoramento eletrônico, controle de acesso e automação — mantido discreto para que nenhum dispositivo comprometa a fluidez espacial ou a privacidade dos moradores.
Câmeras infravermelhas com sensores de calor e reconhecimento facial, três acessos independentes controlados e segurança especializada monitorando o perímetro 24 horas por dia.
Um perímetro inteligente com sensores em cada abertura, fechaduras eletrônicas com ativação remota e monitoramento em tempo real — proteção ativa mesmo na ausência dos moradores.
Detectores de fumaça e calor, extintores e central de alarme — um padrão de segurança acima do mínimo exigido, sem comprometer a experiência espacial.
“Para mim, esta casa representa a continuidade do que um dia existiu aqui — um lugar de permanência, acolhimento e conexão com a natureza.”
Luciano Albarello
Urbanista & Arquiteto · Quattro di Milano
Quattro di Milano
A Quattro di Milano é uma empresa especializada em arquitetura e urbanismo de alto padrão, sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Nossa história tem origem em uma família tradicional da Lombardia, região italiana cuja capital é Milão, mundialmente reconhecida por sua arquitetura, seu design e sua influência cultural.
Nosso principal produto é o desenvolvimento de casas assinadas sob a marca Casa Sovrana. Trata-se de um conceito único, marcado pela exclusividade, pela elegância e pelo cuidado com os detalhes. Mais do que projetar residências, buscamos criar espaços que expressem a identidade e o estilo de vida de seus moradores.
Cada Casa Sovrana nasce da escuta ativa e de uma leitura sensível do lugar. Arquitetura, interiores e paisagismo são planejados de maneira integrada para proporcionar funcionalidade, conforto e harmonia, resultando em uma residência singular, concebida para permanecer soberana ao longo do tempo.
Inspirada na tradição italiana e orientada por uma visão contemporânea, a Quattro di Milano une sensibilidade estética, precisão técnica e excelência construtiva. Da concepção aos acabamentos, nossa missão é criar residências autênticas e atemporais que proporcionem prazer em viver.
Avenida Borges de Medeiros, 2277 · Sala 2103 · Bairro Praias de Belas · CEP 90110-150 · Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil